Se o STF validar o indulto de natal, livrará diversos criminosos da cadeia

0
165

O Supremo Tribunal Federal realiza nesta quarta-feira o julgamento sobre o decreto de perdão editado por Michel Temer, em dezembro de 2017. Um levantamento feito pela força-tarefa do Lava Jato em Curitiba fornece uma idéia do que está em jogo. Em um estudo de pesquisa que envolveu 40 condenado na maior operação anti-corrupção da história, verificou-se que 21 irá receber um passe livre para o Supremo Tribunal federal (stf Medo de lançamento para re-editar, no Natal de 2018, o decreto, que incluiu os autores de colarinho branco na lista de candidatos para as eleições presidenciais de graça.

Gostaria de ser perdoado, como, por exemplo, o ex-ministro petista Antonio Palocci; o agricultor, José Carlos de Origem, um amigo de Lula; ex-senador Gim Argello (Jorge Afonso Argello); os ex-deputados André Vargas e Luiz Argollo. A empresa também teria o contratante, Ricardo Pessoa (UTC), que coordenou o cartel que pilhou a Petrobras.

A lista de beneficiários incluem, de resto, os executivos das construtoras que participaram do assalto ao estado, os operadores de propinas, doleiros e tesoureiro do partido. Veja abaixo os nomes dos 21 potencial indultados. Pressionando aqui, você vem para a relação completa com os 40 nomes pesquisados pelo Fluxo de Lava.

“Isso é um escândalo”, disse o procurador Deltan Dallagnol, o coordenador do Fluxo de Lava, em conversa com o blog. Para ele, o Supremo desmoralizará a operação se você tomar a decisão de abrir o caminho para o Medo de re-editar, no Natal de 2018 um decreto do perdão como concessivo, ou ainda mais benevolente do que a versão de 2017.

O levantamento da força-tarefa de Curitiba reforça os argumentos do ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo. Relator do caso no decreto do Medo, o durão Barroso suspendeu partes do documento, em março. Em seu despacho, observou que o perdão, nos termos sugeridos pelo Medo, “tem o poder para beneficiar os investigados e condenados por envolvimento em esquemas de corrupção recentemente ocorreu, quando ainda em curso.”

Barroso proibiu a abertura das células para os condenados por crimes como peculato, extorsão, corrupção passiva, corrupção ativa, tráfico de influência, fraude contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro. Autorizado que eles podem ser entregues apenas para os condenados por crimes sem violência” —desde condenado a até 8 anos de prisão e que já tinham completado pelo menos um terço da pena. Ele restaurou a exigência da cobrança de multas. O Supremo vai dar a palavra final em uma sessão precedido pelo intenso lobby do Planalto.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here