Entenda o que é Nióbio e Grafeno, propostos pelo Presidente Jair Bolsonaro como solução econômica para o Brasil

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Um dos maiores discursos apresentados pelo Presidente Jair bolsonaro (PSC) é sobre a coleta e o uso do nióbio e de grafeno para impulsionar a economia nacional.

O material conforme falado por bolsonaro foi descoberto em 1801 pelo inglês Charles Hatchett, o Nióbio é o mais leve dos metais refratários, ele é usado principalmente em ligas ferrosas, que é tão poderoso que é usado na faixa de 100 gramas para cada tonelada de ferro.

O uso do material varia em tubos de tubulações de gás, motores, aviões, foguetes de propulsão até lentes ópticas, é altamente resistente às altas temperaturas e à corrosão, Nióbio, número 41 na tabela periódica, é o alvo de muitas controvérsias. Conforme publicado no solo brasileiro seria rico neste tipo de mineral, mas nada comprovado até agora.

E O GRAFENO?

O grafeno, que também é outro ponto de apoio de bolsonaro é uma das formas cristalinas do carbono, como o diamante, a grafite. Pode ser o substituto do plástico e também o sílicio, isto é, o grafeno é um material constituído por uma camada extremamente fina de grafite. Na prática, o grafeno é o material mais forte (200 vezes mais forte do que aço, mais leve e mais fino (espessura de um átomo) que existe, de acordo com estudos realizados pela Universidade da Califórnia.

Mas há uma possibilidade no Brasil? De acordo com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, sim. O país está a explorar as minas de grafite em vários locais, juntamente com um Centro de Pesquisa, que, dentro de dois anos, você pode comercializar o material.

Quem garante é o professor do departamento de física da UFMG, Daniel Cunha Elias, que participa da investigação de grafeno desde 2006. “Minas Gerais possui várias fontes de grafite. E com a criação do centro de pesquisa, saberemos como explorar.”

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